“Enquanto ciborg, o humano perdeu sua virgindade biológica” (Kempf: 1998:221).

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Imagem do filme coreano “I’m a cyborg but that’s ok” (Ssa-i-bo-geu-ji-man-gwen-chan-a)

“Somos aquilo que nossas metáforas nos permitem ser, pois a metáfora interfere na percepção, no entendimento e na ação do homem.”

“O corpo está sempre na condição de “sendo”. As informações trocadas alteram corpo e ambiente. O corpo é mídia de si mesmo, isto é, não há corpo por onde atravessam outras informações porque todas as informações se tornam corpo.”

Tudo do primeiro capítulo de Dança na Cultura Digital de Ivani Santana, EDUFBA, 2006. Disponível em PDF aqui.

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