Depois do Desafio 30/30 eu estabeleci uma relação diária com o meu momento de dançar. Então, toda semana, entre as minhas atividades físicas, incluo o momento ”festa particular” em que eu faço uma setlist com as músicas que mais me agradam no momento e simplesmente me deixo levar pelo ritmo. É uma ótima forma de fazer pausas no trabalho para relaxar a mente e o corpo e botar a energia pra fora, considerando que meu trabalho é do tipo ”ficar sentada na frente do computador por muitas horas”. Meu corpo pede por movimento com bastante frequência. Então, eu divido as pausas em ”momentos de movimento” mais curtos, como 10 min, ou mais longos, como uma hora, ou mais, dependendo do dia e de quantas horas seguidas eu fico sentada. Só assim para manter a felicidade deste corpo.

Tenho o costume de registrar meus momentos dançantes para mim mesma, mas semana passada, decidi experimentar com o tempo acelerado e este foi o resultado:

Meu corpo está cada vez mais responsivo para as minhas ideias e desejos de movimento.

Além disso, esse vídeo foi uma inspiração pós-apresentação do nosso trabalho final para a cadeira de Estudos em Composição Coreográfica I, sobre As faces de Alice, utilizando vários tipos de dança. A questão da relatividade do tempo, e dessa imagem acelerada me lembraram a face psicodélica de Alice.

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